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ReÓleo
 
 
O crescimento urbano desordenado traz o aparecimento de problemas ambientais globais. A alta produção de lixo, a disposição inadequada de produtos tóxicos à saúde humana e ao meio ambiente agrava a preocupação com a escassez de água potável em todo o planeta.
 

 

A questão do lixo está se tornando um dos problemas mais graves da atualidade. A reciclagem é uma forma importante de gerenciamento de resíduos, pois transforma o lixo em insumos, com diversas vantagens ambientais. Dentre elas a economia dos recursos naturais e o bem estar da comunidade.

 

Dentre muitos produtos de difícil degradação no meio ambiente, estão as gorduras. Tais como gordura vegetal, óleo de cozinha, banha e outros, não se dissolvem e nem se misturam à água, formando uma camada densa na superfície que impede as trocas gasosas e a oxigenação, tornando-se um problema para rios, lagos e aqüíferos. As gorduras também interferem de maneira negativa no tratamento de esgotos, sendo comum a obstrução de tubulações.

 

O entupimento da rede força os esgotos a infiltrarem no solo, contaminando o lençol freático, ou atingindo a superfície. Para retirar o óleo e desentupir as tubulações, são empregados produtos químicos altamente tóxicos, o que acaba criando uma cadeia perniciosa. Além de causar danos irreparáveis ao meio ambiente, constitui uma prática ilegal punível por lei. Um litro de óleo de cozinha usado, despejado indevidamente na pia, vaso sanitário, terrenos baldios ou diretamente em rios e lagos, pode contaminar até um milhão de litros de água potável.

 

Os problemas de escassez hídrica no Brasil decorrem, fundamentalmente, da combinação do crescimento exagerado das demandas localizadas, do desequilíbrio ambiental e da degradação da qualidade das águas. Esse quadro é uma consequência do aumento desordenado dos processos de urbanização, industrialização e expansão agrícola, verificada a partir da década de 1950. A ideia de abundância serviu durante muito tempo como suporte à cultura do desperdício da água disponível, à não realização dos investimentos necessários para seu uso e proteção mais eficientes, e à sua pequena valorização econômica (SETTI et al, 2002).

 

O consumo desordenado compromete a sustentabilidade do planeta terra e a água brevemente poderá valer mais que o petróleo.

Estima-se que mais de 5 milhões de pessoas morrem anualmente de doenças vinculadas com o consumo de água contaminada, serviços sanitários inadequados e falta de higiene (OMM/UNESCO, 1997 apud SETTI et al, 2002).

 

 

DEFINIÇÃO DE ÓLEOS E GRAXAS

 

Óleos e graxas são substâncias orgânicas, geralmente hidrocarbonetos, gorduras, ésteres. Podem ser de origem mineral, vegetal ou animal. São raramente encontrados em águas naturais. Sua presença normalmente está associada aos despejos de efluentes de oficinas mecânicas, de postos de combustíveis e de restaurantes. Para Von Sperling (1997), óleos e graxas são uma fração da matéria orgânica solúvel em hexano.

 

Em geral, os óleos são classificados como:

 

 

            a) Não persistentes: tendem a desaparecer rapidamente da superfície do mar (gasolina, 

            nafta, querosene, óleos leves);

           b) Persistentes: dissipam mais vagarosamente (óleos crus).

 

 

 

 

IMPACTOS AMBIENTAIS DE ÓLEO E GRAXAS

 

 

EFEITOS DOS DIFERENTES TIPOS DE GRAXAS NO HOMEM

 

De acordo com a Portaria 3214/78 NR1, anexo nº 13 – Agentes químicos, acrescentada pela portaria 14 de 20/12/95: Hidrocarbonetos e seus compostos carbono são considerados substâncias cancerígenas. O risco está associado à ingestão e aspiração. Contatos com os olhos provocam irritação com a vermelhidão das conjuntivas. No caso dos óleos vegetais e alimentares, o risco está associado ao grau de saturação do óleo, ou seja, quantas vezes ele é reaquecido para fritura.

 

 

EFEITOS DOS DIFERENTES TIPOS DE ÓLEOS E GRAXAS NO AMBIENTE AQUÁTICO

 

As duas vias principais nas quais o óleo causa impacto nos organismos aquáticos são o efeito físico resultante do recobrimento e o efeito químico, associado à toxidade dos compostos presentes (EPA, 2004).

 

Para Braga (2002) entre os principais efeitos danosos dos óleos ao meio ambiente estão a formação de uma película superficial que dificulta a troca gasosa entre o ar e a água, a vedação dos estômatos das plantas e órgãos respiratórios dos animais, a impermeabilização das raízes de plantas e a sua ação tóxica para os seres. Aquáticos.

Segundo Pons (2004), derrames de óleos alteram o pH, diminuem o oxigênio dissolvido e a disponibilidade de alimentos. Além da toxidade, a temperatura do óleo sob o sol pode atingir 60o C, matando os plânctons, animais e vegetais microscópicos.

 

O efeito tóxico da exposição aos hidrocarbonetos está relacionado ao rompimento da membrana plasmática dos seres aquáticos (PONS, 2004). Os mexilhões e outros moluscos que se fixam nas rochas perdem a aderência, caem e morrem. A ingestão de óleos nos seres ditos inferiores provoca bioacumulação, aumento de taxa respiratória, diminuição de assimilação de nutrientes, aumento das taxas de mortalidade, sendo esses efeitos crônicos.

 

A presença de óleos e graxas resulta em uma camada de óleos ou película gordurosa que diminui a área de contato entre a superfície da água e o ar atmosférico, impedindo a transferência do oxigênio da atmosfera para a água, causando mortandade de organismos aquáticos. Quando da decomposição desses óleos e graxas, por microorganismos aquáticos, ocorre uma redução do oxigênio dissolvido da água elevando a demanda biológica e bioquímica de oxigênio.

 

 

ALTERNATIVAS PARA RECICLAGEM DO ÓLEO SATURADO

 

 

A alternativa mais utilizada para o aproveitamento de resíduos de óleo saturado é a fabricação de sabão, podendo até mesmo ser feito de forma doméstica. De acordo com uma antiga lenda romana a palavra saponificação tem sua origem no Monte Sapo, onde realizavam sacrifícios de animais. A chuva levava uma mistura de sebo animal (gordura) derretido, com cinzas e barro para as margens do Rio Tibre. Essa mistura resultava numa borra (sabão). As mulheres descobriram que usando esta borra, suas roupas ficavam muito mais limpas. A essa mistura os romanos deram o nome de Sabão e à reação de obtenção do sabão de Reação de Saponificação.

O óleo saturado também pode ser utilizado no processo de fabricação de tintas, cosméticos, detergentes, massa de vidro, desmoldantes de formas de concreto e do biodiesel.

 

 

O processo de fabricação do Biodiesel é uma reação química de transesterificação de um ácido graxo. Nesta reação, os triacilgliceróis de origem vegetal (óleo de cozinha), reagem com o metanol, na presença de um catalisador, produzindo glicerol (subproduto) e o éster metílico de ácido graxo (biodiesel). O biodiesel é um combustível biodegradável e pode ser utilizado em motores diesel, puro ou misturado com fóssil. Assim como o combustível derivado de petróleo, o biodiesel opera em motores de ignição à combustão. O biodiesel reduz determinadas emissões poluentes, como o dióxido de carbono, enxofre, monóxido de carbono e dióxido de enxofre.

 

Os motores a óleo vegetal possibilitam uma redução de 78% das emissões de dióxido de carbono. Este gás é responsável pelo efeito de estufa que está alterando o clima à escala mundial. O biodiesel também reduz 98% da emissão de enxofre na atmosfera e possibilita uma redução de 11% a 53% na emissão de monóxido de carbono. Os gases da combustão do óleo vegetal não emitem dióxido de enxofre, um dos causadores da chamada chuva ácida. Assim, o biodiesel apresenta inúmeras vantagens em relação ao diesel comum. Além das vantagens ambientais, promove o desenvolvimento da agricultura nas zonas rurais mais desfavorecidas, criando empregos e evitando a desertificação.

 

 

 

A DEMANDA DE ÓLEO NOS RESTAURANTES

 

Um restaurante com duas fritadeiras troca o óleo, em média, a cada 15 dias, gerando mensalmente cerca de 50 litros de óleo saturado. Este resíduo orgânico provoca mau cheiro e atrai animais e insetos vetores de doenças, tornando-se indesejável aos estabelecimentos alimentícios. Para se livrar deste inconveniente, os restaurantes, lanchonetes, padarias e outros, despejam o óleo de forma alternativa na pia ou no vaso sanitário.

 

Em um bairro comercial não turístico como o bairro da Trindade, com cerca de 70 restaurantes cadastrados no programa de reciclagem do óleo de cozinha, tem-se uma produção média de 3000 litros mensais de óleo. Em um bairro turístico como a Lagoa da Conceição, que possui 135 estabelecimentos participantes do programa, há uma produção de 10000 litros mensais de óleo na alta temporada e cerca de 4000 litros mensais nos meses de baixa temporada.

 

 

 

O PROGRAMA REÓLEO

 

 

 

Em junho de 1998 foi constatado, por lideranças da Câmara da Mulher Empresária – Acif Regional Lagoa, e posteriormente confirmado por técnicos da Casan, que o esgoto local aflorado na Avenida das Rendeiras era proveniente do entupimento causado pelo despejo inadequado do óleo saturado pelos restaurantes da orla da Lagoa.  O óleo saturado acumula-se no sistema de esgoto provocando inúmeros entupimentos, dificultando assim o trabalho das unidades de tratamento em estações de tratamento de esgotos (ETEs), ocasionando o transbordamento das elevatórias em vários pontos.

 

Por desconhecimento dos resultados gerados, os proprietários de estabelecimentos comerciais do setor de alimentos, despejavam o óleo saturado “in natura” no meio ambiente.  Esta ação agressiva atingia o lençol freático, uma vez que óleo era diretamente despejado no solo ou na água, e indiretamente quando despejado nas pias e vasos sanitários.

 

A empresa municipal responsável pelo recolhimento do lixo urbano, não coleta este tipo de resíduo proveniente da utilização do óleo de cozinha, pois não possui caminhões com tanques fechados para acondicionar e transportar o óleo.

 

Com o objetivo de obter maior adesão dos estabelecimentos do ramo, buscou-se o apoio da Vigilância Sanitária que se comprometeu a identificar e informar penalidades previstas em lei quanto ao destino inadequado do óleo saturado, quando da concessão dos alvarás sanitários de funcionamento.

 

O ReÓleo tomou corpo com a parceria firmada com a empresa especializada em reciclagem de óleo de cozinha saturado, que processa o óleo transformando-o em matéria prima para diversos produtos. No início, o programa atendia cerca de sete estabelecimentos da região da Lagoa da Conceição.

 

 

Em julho de 2002, com auxílio de uma estudante de Engenharia Sanitária e Ambiental da UFSC, a ACIF passou a coordenar os trabalhos na Lagoa da Conceição e seu entorno.   Em 2005, o projeto foi ampliado para o Centro e atendia 200 estabelecimentos entre Lagoa da Conceição, Trindade, Centro e Norte da Ilha. O trabalho desenvolvido pela ACIF durante estes sete anos rendeu a entidade uma Menção Honrosa no Prêmio Racine de 2005, sendo reconhecido em nível nacional.

 

O programa foi registrado em 2006 com o nome de ReÓleo e ganhou uma logomarca própria. Uma nova empresa tornou-se parceira da ACIF na coleta de óleo. A Ambiental Santos é a nova responsável pela reciclagem de óleo e possui todas as licenças ambientais necessárias para esta atividade. Para que esta nova sistemática de coleta desse certo, contou-se ainda com a parceria da COMCAP – Companhia de Melhoramentos da Capital, que cedeu uma área para armazenamento do óleo.

 

Nos anos de 2007 e inicio de 2008, o projeto ReÓleo focou sua atenção no desenvolvimento de uma metodologia para a coleta de óleo usado doméstico. Nesse sentido, foram implantados PEV´s - Pontos de Entrega Voluntários de Óleo pela cidade, através de parcerias com empresários locais. Para o bom andamento da coleta é estabelecido um convênio entre a ACIF e a empresa parceira, definindo as responsabilidades dentro da parceria. Como resultado desse trabalho, foram implantados vinte PEV´s em postos de gasolina e também nas escolas. Para divulgação desses pontos entre a comunidade, foram elaborados cartazes, folders e divulgação em rádios, jornais e TV.

 

 

Em 2011 o Programa ganha a mídia e com um novo formato amplia seu viés educacional. Em 2012, através do livro dos recordes, Guiness Book, o Programa Reóleo conquista o título para Florianópolis, que passa a ser considerada a cidade que mais recicla óleo de cozinha no mundo. Atualmente o projeto conta com mais de 1.200 estabelecimentos cadastrados, sendo entre eles aproximadamente 200 PEV´s.

 

 

OBJETIVO GERAL

 

         Contribuir para a preservação meio ambiente através da redução da quantidade de resíduos de gordura que são destinados de forma inadequada, conscientizando a comunidade sobre a importância de participar do projeto.

 

 

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

 

• Conscientizar e motivar o empresariado do setor gastronômico da importância de sua participação no projeto armazenando o óleo saturado;

• Divulgar o projeto aos consumidores finais dos bares e restaurantes através de placas e selos indicativos e do esclarecimento do projeto nos cardápios;

• Ampliar o projeto junto às comunidades residenciais;

• Difundir suas ações através das crianças e adolescentes, multiplicadores potenciais, na realização e apoio a projetos de educação ambiental.

 

 

 

ACONDICIONAMENTO NA ORIGEM

 

 

Para armazenar o óleo usado das fritadeiras, os geradores de óleo comerciais e recebem uma bombona, com boca larga de 50L ou 100L (Foto 05). O funcionário ao trocar o óleo da fritadeira, despeja o óleo saturado na bombona. É necessário esperar esfriar o óleo, para realizar o procedimento. Em PEV´s e condomínios o óleo é armazenado em garrafas pets que também são destinadas para a reciclagem.

 

O resíduo misturado à água e aos restos de alimentos é separado somente na unidade de reciclagem. A bombona com óleo coletada no ponto é substituída por outra vazia e limpa, no momento da coleta.

 

 

 

COLETA NOS GERADORES COMERCIAIS E CONDOMÍNIOS

 

 

A coleta é realizada por caminhão adaptado (Foto 05), os quais devem ser estanques, para evitar o vazamento de resíduos.  Os coletores devem estar providos de um sistema (plataforma, empilhadeira, etc.) para levantamento da bombona do chão até a carroceria. 

 

São realizadas rotas semanais de atendimentos às regiões norte, sul, leste e continental da cidade, ou seja, uma vez por semana são visitados os pontos do norte da cidade ou do sul e assim por diante.

 

 

 

TRANSBORDO E BENEFICIAMENTO

 

 

Através de uma parceria firmada entre a ACIF e a COMCAP, empresa mista responsável pela coleta de resíduos do município, foi estabelecida uma Central de Transbordo de Óleo Vegetal no CtRes ( Central de Transbordo de Resíduos da Comcap), onde todo o óleo coletados nos geradores é armazenado (Foto 06).

Semanalmente, a empresa recicladora se desloca até a Central de Transbordo para coletar o óleo para levar até a unidade de reciclagem, empresa parceira Ambiental Santos.

 

 

 

EDUCAÇÃO AMBIENTAL

 

 

A Educação Ambiental é um componente essencial e permanente da educação nacional, devendo estar presente, de forma articulada, em todos os níveis e modalidades do processo educativo, em caráter formal e não formal. Visando atender este objetivo estabelecido na Política Nacional de Educação Ambiental, a partir de 2011, objetivando realizar o Projeto de Educação Ambiental do Reóleo, o projeto ganha novo formato com o título “Reciclar é Educar”, garantindo a multiplicação destas informações entre os atores envolvidos e as futuras gerações.

 

Atuando na Grande Florianópolis, na rede de escolas públicas e particulares, o projeto prevê uma melhora significativa na conscientização das crianças, sendo elas multiplicadoras destes conhecimentos para a sociedade em geral.

 

Com a direção no Programa de Luiz Antônio Falcão de Moura, conhecido como Falcão, o diretor que também é músico e compositor, criou o projeto Reciclar é Educar que contempla a realização de palestras com músicas próprias para o programa, inserindo teatro, ludicidade e a presença do boneco Óleo-lhólhó. Produzido com material laminado imitando uma lata de óleo, o mascote foi batizado com este nome numa alusão ao Mané da Ilha de Santa Catarina – Florianópolis por seu sotaque e é movimentado por um ajudante contratado para acompanhar em todas as apresentações a equipe do Programa Reóleo.

 

A palestra chama a atenção dos estudantes por ser uma maneira divertida de conhecer o processo de reciclagem, onde os alunos visualizam de forma prática como ajudar o planeta, conhecendo o destino correto dos resíduos sem prejudicar a natureza.  A proposta educacional é a conscientização, através de apresentações em formato de palestras educativas ambientais a respeito dos malefícios que o óleo de cozinha jogado na natureza pode trazer.

 

Durante a palestra a criança aprende sobre a importância da reciclagem em geral, mas com o foco maior na reciclagem do óleo de cozinha e quais malefícios este resíduo provoca ao meio ambiente, bem como questões sobre a importância da separação dos resíduos. Toda a apresentação é feita de forma lúdica, ou seja, com a participação ativa e efetiva dos alunos, com duração máxima de duas horas.

 

A palestra chama a atenção dos estudantes por ser uma maneira divertida de conhecer o processo de reciclagem, é onde os alunos visualizam de forma prática o que é e como ajudar o planeta, conhecendo o destino correto dos resíduos sem prejudicar a natureza. Os alunos, ao final da palestra, são nomeados Guardiões do Reóleo. Ao receber o título, cada criança sente-se comprometida com a causa e multiplicadora da informação da reciclagem do óleo de cozinha usado aos seus familiares e amigos.

 

O retorno é imediato, os alunos se sentem protagonistas durante todo o processo, desde a participação da palestra até diante de alguma situação vivenciada no dia-a-dia. Os estudantes conseguem sentir o peso da responsabilidade de repassar a informação quando observam uma situação típica em sua casa, por exemplo: depois de uma fritura de batatas fritas  a criança se depara com a mãe jogando todo o óleo usado no ralo da pia. Ao ver isto, a criança orienta a mãe para que coloque o óleo dentro de uma garrafa pet e pede para que leve até um ponto de entrega voluntária mais próximo. 

 

 

Além do mascote, as palestras contam com um ator contratado que interpreta junto com o palestrante diversas músicas feitas especificamente para o Programa. Nestas apresentações e brincadeiras são utilizados materiais como: roupas de capitão para música do Barco, pipa, instrumentos musicais de brinquedo, fantoche, experiência com vela, entre outros, sempre contextualizando situações em relação ao meio ambiente. Outro aspecto pedagógico utilizado durante a palestra é a apresentação de um pedaço de cano totalmente limpo e outro obstruído pelo despejo inadequado do óleo de cozinha usado.

 

No decorrer da apresentação as crianças encenam um telejornal. Os jornalistas âncoras fazem a leitura de matérias reais sobre a importância de reciclar o óleo de cozinha usado. O telejornal conta também com auxiliares: câmera man, responsável pela claquete e diretor do jornal. Toda a encenação é feita pelas próprias crianças.

Cada escola participante torna-se também um PEV (Ponto de Entrega Voluntário) e torna-se responsável pelo recolhimento do óleo de cozinha levado pelos alunos e comunidade em torno. Até dezembro de 2013 o Reóleo havia conscientizado pelo menos 13 mil crianças e adolescentes, em 137 palestras.

 

 

 
 
 
 
 
 
 
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